O que é inflação e por que ela está tão alta?

Quer saber como se proteger melhor da crise? Entenda a inflação aqui!
Por Banco24Horas
25/02/2022
format_align_left 3 minutos de leitura

Saber o que é inflação ajuda a entender sobre o aumento dos preços e o melhor momento de comprar, financiar e investir. Além disso, o único modo de se proteger de um problema é entender o que você enfrenta, certo?

Então, se você quer saber por que está tudo caro e, conforme avança na leitura, ainda receber uns toques com dicas de economia doméstica, encontrou um post completo sobre o assunto.  Você vai se surpreender com o que vai ler, pois vai encontrar informações que não são muito divulgadas.

Isso vai mudar a forma como entende e gerencia o problema. Confira!

O que é inflação?

A maioria das pessoas entende a inflação como aumento de preços. Mas essa não é uma interpretação exata sobre o que significa inflação, mas sim, sobre o efeito dela. Não é que essa forma de entender esteja errada, mas ela é imprecisa. Além disso, essa conclusão é compreensível, pois essa variação é a manifestação prática e concreta da inflação nas nossas vidas.

Pra entender melhor, pense na inflação como uma doença da moeda. Ela perde valor e, como consequência, os preços aumentam pra compensar essa perda. É o “preço do dinheiro” que diminui. Portanto, você precisa de uma maior quantidade dele pra comprar as mesmas coisas que adquiria com menos.

Ainda está um pouco complicado de entender? Vamos usar outras palavras pra explicar melhor pra você! No nosso sistema econômico, tudo tem um preço, inclusive, o dinheiro. O sistema de preços ajuda a equilibrar as trocas feitas pelas pessoas.

Assim, quando falta um produto, ou aumenta a procura por ele, o preço sobe. Com o valor mais alto, há um estímulo pra que outras empresas o fabriquem, o que faz com que a oferta dele aumente e o preço diminua com o tempo.

Mas quando a quantidade de itens produzidos fica maior do que as pessoas que desejam comprar, o preço diminui. Então, as empresas se concentram em vender outros, porque são mais lucrativos.  

Com a moeda, é muito parecido. Simplificando, quando existe grande procura por Reais, ele ganha valor em relação às outras moedas. Mas quando o interesse por ele diminui, passa a valer menos, o que faz com que ele tenha menos poder de compra.

Esse processo envolve muitos outros detalhes que você ainda vai entender melhor ao continuar sua leitura. Por enquanto, o que a gente quer é garantir que você compreendeu bem o conceito, pra ficar mais fácil entender os detalhes.

Como a inflação funciona?

Pra entender o funcionamento da inflação, o que precisa estar claro sobre o tema é que o aumento de preços dos produtos é, muitas vezes, a consequência da diminuição do poder de compra da moeda. Além disso, é ele que permite medir a inflação. Como ela resulta em produtos mais caros, as instituições econômicas que a medem monitoram a variação de preços pra, com base nela, calcular a inflação.

É comparável a um exame de sangue usado pra diagnosticar uma doença. Se há variações no número de hemácias, no teor de hemoglobina e no volume de glóbulos vermelhos, é porque o organismo está com anemia. Ou seja, a doença é a anemia e o efeito é a alteração no sangue, do mesmo modo que a inflação é a perda do poder de compra da moeda, e o resultado é o aumento dos preços dos produtos. 

Nesse caso, não adianta colocar mais hemácias no sangue, se a anemia não for tratada, como também não adianta tentar controlar os preços, antes de cuidar da moeda. Historicamente, você vai encontrar muitas tentativas de tabelamento de preços de produtos e outras medidas extravagantes, com o objetivo de controlar a inflação.

Nunca nenhuma delas funcionou no médio e longo prazo. Afinal, como a moeda perde valor, sem o aumento dos preços dos produtos, deixa de valer a pena fabricá-los, o que faz com que as empresas deixem de fazê-lo e eles sumam do mercado.

Pra compreender melhor, ainda é preciso considerar a diferença entre um processo inflacionário e o aumento temporário de preços. Variações são normais e podem significar apenas um ajuste do mercado. Isso é muito comum no caso de produtos agrícolas, que sofrem aumentos dos preços de acordo com o período da safra, mas depois voltam ao normal, quando a produção aumenta.

Além disso, existem diferentes escolas econômicas, com diversas visões sobre o tema. Muitas vezes, elas são totalmente opostas e geram a maior confusão em quem não estudou Economia de um modo mais aprofundado.

Mas não se preocupe, a gente vai explicar de um modo fácil pra você. É importante que tenha essa informação pra que não se confunda, no caso de encontrar abordagens diferentes.

Todas elas são importantes pra saber, por exemplo, como conseguir descontos e economizar, entendendo como esse tipo de medida pode ajudar a se proteger em momentos de crise inflacionária.

Quais são as causas da inflação?

Vários fatores podem causar o aumento dos índices de inflação, e cada um deles tem um impacto diferente na economia e na vida de cada pessoa. A perda do controle dos índices de inflação, dificilmente, ocorre por uma causa ou outra, mas sim, pelo cenário econômico geral.  

Cada um dos pontos abaixo influencia as taxas, mas é a ocorrência de vários deles juntos que determina a inflação. Isso quer dizer que se apenas um deles ocorresse durante pouco tempo, nem notaríamos os efeitos disso, mas todos eles juntos, durante um período longo, seriam um desastre pra economia.

Além disso, alguém que mora em uma cidade grande percebe o aumento dos preços de um modo diferente de quem mora no campo, por exemplo. Isso ocorre porque a taxa de inflação é um indicador calculado com base na média de variação de preços de vários produtos, mas alguns consumidores podem ter necessidade maior de itens com alta superior, o que faz que o efeito seja maior na vida deles.

Você vai entender isso melhor no próximo tópico, que explica sobre o cálculo da inflação. Por enquanto, o importante é que saiba que algumas das causas que vamos conferir abaixo têm maior impacto, ou um efeito mais duradouro, ou seja, elas geram um processo inflacionário, e não apenas uma inflação temporária.

Emissão de moeda

Você sabe como funciona o processo de emissão de moeda? Basicamente, o governo emite títulos no mercado financeiro e, com base neles, “imprime dinheiro”. Durante um longo período da história, isso só podia ser feito com lastro, ou seja, era preciso ter reservas em ouro como garantia pra emitir moeda.

Conforme a economia foi crescendo, esse modelo ficou inviável, pois a quantidade de ouro disponível na natureza tem um limite. A solução foi eliminar o lastro e deixar que a emissão ocorresse livremente.

Quando os títulos são emitidos em grande volume, normalmente, porque o governo tem dívidas ou arrecada menos do que gasta, muda a proporção entre a quantidade de dinheiro disponível no país e a riqueza real. Isso faz com que a moeda perca o poder de compra.

É comparável ao que acontece com o orçamento doméstico. Quem sabe como economizar dinheiro ganhando pouco, evita gastar mais do que recebe, mas se perde o controle, mesmo com um bom salário, faz dívidas. Certo? Nesse caso, ele comprou mais durante um período, mas não aumentou sua riqueza. Muito pelo contrário.

Quando a quantidade de dinheiro circulando aumenta e a produção dos produtos não, há mais moeda disponível do que é necessário pra comprá-los. Isso faz com que os preços aumentem.

Mas atenção! Isso não é motivo pra que você abra mão das vantagens de usar dinheiro. Não é a quantidade de moeda que você usa que gera inflação, mas sim, a que o governo emite de forma desproporcional à riqueza.

Você pode se perguntar por que o governo faz isso. Existem motivos políticos e diferentes visões sobre a economia que levam a esse tipo de prática, mas essa é uma longa e polêmica história. Então, vamos nos concentrar em questões práticas, que podem fazer diferença pra você viver melhor.

Inércia inflacionária e expectativa de inflação

Na época de hiperinflação — considerada, assim, com taxas acima de 50% —, no Brasil, entre os anos 80 e 90, o sistema financeiro se ajustou pra conviver com o problema de um modo que muitos consideram surpreendente. O que ocorria é que a economia era totalmente indexada, ou seja, os preços de alguns produtos e serviços aumentavam automaticamente, com base em índices de inflação.

Qualquer serviço contratado durante um ano, por exemplo, tinha o preço reajustado mensalmente, conforme estabelecido em contrato. Isso era feito pra que o valor pago não perdesse o poder de compra, inviabilizando a prestação do serviço.

O problema dessa solução é que ela realimenta as taxas, ou seja, o índice da inflação passada gera uma expectativa futura, criando uma pressão constante nos preços, como uma bola de neve. Além disso, a expectativa de inflação gera um comportamento preventivo em muitas empresas, especialmente, no comércio.

Pra manter o estoque em uma loja, por exemplo, é preciso antecipar parte do pagamento. Se a inflação aumenta muito, a empresa pode ter problemas financeiros pra repor o estoque, pois os preços sobem e o capital reservado pra recomprar os produtos vendidos precisa ser maior.

Se a empresa vende no preço antigo, parte do lucro se dilui, pois é usada pra manter os níveis de estoque. Pra evitar isso, o lojista reajusta o preço com base na inflação futura, pra garantir o estoque mínimo.

O caso do estoque é um exemplo pra ajudar você a entender o processo, mas é fundamental compreender que a economia depende muito de confiança. Em várias situações, a falta dela estimula comportamentos preventivos que, quando adotados por muitas pessoas, têm efeitos negativos.

No caso de períodos mais longos com inflação, é natural que as pessoas esperem que ela continue ocorrendo e procurem se precaver. Mesmo que algumas dessas ações não possam ser consideradas causas diretas da inflação, elas tendem a aumentar as taxas.

Aumento na demanda

Imagine que você tenha um produto antigo pra vender, que não é mais fabricado. Por algum motivo, muitas pessoas precisam dele e querem comprá-lo. Nessa situação, você pode conseguir um valor a mais pra vendê-lo, considerando que alguém esteja disposto a pagar o adicional pra garantir a compra.

Na economia, essa situação ocorre o tempo todo. Quanto maior for a demanda (a quantidade de um produto que as pessoas desejam comprar), e menor for a oferta (a quantidade produzida do mesmo produto), maior tende a ser o preço.

Como já adiantamos, isso ocorre o tempo todo. Normalmente, não passa de um ajuste temporário e fica limitado em produtos específicos. Contudo, se isso acontece com muitos itens e ao mesmo tempo, as taxas de inflação sobem.

Vários fatores podem gerar esse problema, como uma oferta indiscriminada de crédito direcionado pra um setor específico da economia. Alguns dos mais comuns de isso ocorrer são o automobilístico e o imobiliário.

Com o objetivo de fortalecer a economia, são oferecidas linhas de crédito para a compra desses bens com juros mais baixos, estimulando que mais pessoas os comprem. Até que o mercado se ajuste e a produção aumente pra suprir a demanda, a tendência será de alta nos preços. Mas, muitas vezes, os preços altos são mantidos.

Com a pandemia, isso tem ocorrido em alguns setores, que ainda não conseguiram alcançar os níveis de produção anteriores. Por isso, você pode precisar esperar meses pra comprar uma moto zero quilômetro, por exemplo.

Junte isso com o fato de que mais pessoas precisaram de motos, pois a quantidade de entregas aumentou, e o cenário será de grande tendência de aumento nos preços. Pra aproveitar a situação, também é possível que algumas pessoas entrem na fila pra comprar o veículo, mesmo que não precisem dele.

Como existe grande procura e pouca oferta, quando a moto for entregue, ela poderá ser vendida mais cara. Isso porque algumas pessoas estarão dispostas a pagar mais, pois têm urgência na compra.

Aumento nos custos da produção

Conforme a indústria avança e se aprimora, consegue aumentar a produtividade gradualmente. Como ela produz mais, os custos diminuem, e mais pessoas podem comprar produtos, certo? Mas alguns eventos podem interromper e até reverter esse processo, como o aumento dos preços de energia.

Quando isso ocorre em escala, o efeito é a diminuição do poder de compra das pessoas, pois os produtos estão mais caros. O que elas ganham não é suficiente pra manter o padrão de vida que elas alcançaram anteriormente.

Quando essa situação acontece de forma generalizada na economia, pode ocorrer uma crise de demanda, ou seja, porque está tudo caro, as pessoas compram menos e o lucro diminui, o que desestimula as empresas a continuar produzindo na mesma quantidade. Como consequência, faltam produtos e os preços sobem.

Desequilíbrio fiscal e câmbio

Outro grave problema que gera inflação é o chamado desequilíbrio fiscal. Mas o que significa esse termo? Basicamente, é o processo que deteriora a capacidade do governo de pagar as contas.

Lembra-se de que comentamos sobre a importância da confiança para a economia? Quando o governo dá pistas de que pode ter dificuldades em manter a saúde do orçamento, as pessoas desconfiam e agem com cautela, o que pode significar deixar de emprestar comprando títulos daqui, e investir em outros países.

O resultado disso pode ser uma grave crise, na qual fica mais difícil conseguir dinheiro emprestado. Como os investidores escolhem outros países pra colocar seu dinheiro, que consideram mais seguros, a quantidade de moeda estrangeira diminui nas reservas nacionais, e o Real desvaloriza em relação a elas. Como resultado, diminui o poder de compra da nossa moeda, ou seja, temos inflação.

Como a inflação é calculada?

Como já dissemos pra você, a inflação é calculada com base no aumento dos preços. Vários índices refletem cenários diferentes dessa variação, pois usam itens específicos no cálculo.

Por isso, alguns deles refletem uma inflação mais ampla ou mais específica de um grupo de despesas e perfis socioeconômicos. Podem ser consideradas famílias com uma renda entre 1 e 40 salários mínimos, como é o caso do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). 

O primeiro passo é pesquisar o que essas famílias compram, pra levantar a variação de preços desses produtos e determinar a taxa de inflação desse grupo. Nesse caso, são usados itens como:

  • gastos com habitação;

  • roupas;

  • despesas pessoais;

  • locomoção;

  • alimentação;

  • saúde;

  • educação.

O cálculo considera a variação média de preços de cada item e a proporção deles no orçamento da família. Por isso, nos índices que medem a inflação de consumidores de baixa renda, os aumentos de preços de alimentos e habitação têm um peso maior, já que boa parte do ganho dessas pessoas é gasta com esses itens.

No caso do IGPM (Índice Geral de Preços do Mercado), por exemplo, a desvalorização do Real em relação às outras moedas, principalmente, o Dólar, gera um aumento significativo. Afinal, muitos dos produtos considerados têm o preço determinado pelo mercado mundial, como ocorre com os combustíveis e itens importados.

Como é, na prática? Exemplos sobre inflação

o que é inflação

Agora que você já sabe o que significa inflação, podemos falar de alguns exemplos da forma que ela se manifesta, na prática, nas nossas vidas. Basicamente, o efeito é que a nossa capacidade de consumo diminui conforme ela avança, o que resulta na diminuição da qualidade de vida da maioria da população.

Isso porque muitas pessoas conseguem se proteger melhor dela, e algumas até se beneficiam desses aumentos. O exemplo clássico de manifestação da inflação brasileira ocorreu nos anos 1980 e 1990, especialmente, durante a ditadura militar.

Políticas erradas e tentativas frustradas de acabar com o problema agravaram a situação, até que tivemos hiperinflação. Os preços sofriam aumentos diários e as pessoas estocavam itens básicos pra aproveitar o salário ao máximo.

Elas sabiam que, quanto antes gastassem o dinheiro, mais poderiam comprar. Quem podia aplicar, fazia investimentos com rendimento diário. De um dia para o outro, conseguiam um rendimento que, mesmo que não gerasse lucro, cobria a variação de preço dos produtos.

Mais recentemente, todos notamos um aumento generalizado de preços, especialmente, por causa da pandemia. O governo aumentou os gastos, muitos produtos tiveram problemas de oferta e outros, aumento de demanda, gerando índices bem acima da média em todo o mundo.

Com essa descrição, fica claro que não é um fator único que gera a inflação. A forma como os governos e as economias lidam com uma crise pode agravar ou diminuir as taxas, favorecendo que ocorram problemas fiscais, de desvalorização da moeda, de variação da demanda em relação à oferta e assim por diante.

No caso da pandemia, países menos desenvolvidos sofrem mais, principalmente, se estiverem muito endividados, pois os investidores que podem preferem emprestar pra países que oferecem condições mais seguras. Ou seja, políticas erradas implantadas antes, durante e depois de uma crise agravam o impacto dela nas taxas de inflação.

Em anos eleitorais, também observamos uma maior pressão sobre os índices de inflação, pois a tendência é a de que o governo gaste mais, aplicando medidas capazes de atrair eleitores, mas que nem sempre ajudam a economia. A consequência é o crescimento da dívida e o aumento dos preços como decorrência da perda de compra da moeda. Agora, você já sabe por que está tudo caro depois que enfrentamos a Covid-19.

Previna-se

Manter o orçamento pessoal sob controle é o primeiro passo pra se proteger da inflação. O principal motivo é que o custo das dívidas aumenta de forma proporcional à inflação. Por isso, valem todas as dicas que costumamos dar pra você.

Usar dinheiro em espécie, por exemplo, é uma forma de evitar gastar por impulso, pois você pode carregar apenas o que vai precisar. Esse é um dos principais motivos em afirmar que vale a pena andar com dinheiro na carteira.

Evitar contratos de longo prazo, especialmente, os com juros variáveis, é algo muito importante de fazer, principalmente, nos momentos iniciais de qualquer crise, como a da pandemia. Isso porque é mais difícil saber o que vai acontecer no curto e médio prazo nesses momentos.

Deixar o dinheiro parado, sem investir, também é um problema. Mesmo que você não seja um especialista e não acredite que vai ficar rico investindo, você pode usar investimentos de menor risco, como títulos públicos, fundos de investimento e fundos imobiliários.

Mais importante do que lucrar, nesse caso, é evitar que o seu dinheiro perca valor. Se o resultado do investimento for suficiente pra cobrir o aumento de preços, você já pode se considerar um pouco mais protegido.

Informar-se e se programar também é fundamental pra evitar gastos e taxas que você não precisa fazer, se elaborar um planejamento. Quer um exemplo? Você sabe como tirar dinheiro do caixa eletrônica de graça? Pode parecer que esse tipo de medida não faz tanta diferença, mas boa parte dos problemas financeiros domésticos acontece pelo acúmulo de pequenas despesas.

Nossa última dica é se concentrar em tomar as melhores decisões de compra e venda, pois a lógica muda em tempos de crise inflacionária, como a atual. Vender uma casa em parcelas de preço fixo, por exemplo, pode fazer com que elas sejam corroídas pela variação do poder de compra do valor dessa parcela.

Agora que você sabe o que é inflação, fica fácil entender que o valor das parcelas não vai mudar, mas no futuro, não será possível comprar as mesmas coisas. Afinal, elas estarão mais caras. 

Mas nem todo mundo tem essas informações, muito importantes agora. Compartilhe este post pra dividir esse conhecimento!

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