Por que é essencial apoiar a economia local?

Entenda a relação entre comércio e economia local e saiba como incentivá-la!
Por Equipe do Banco24Horas
28/03/2022
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O processo de globalização contribuiu para enfraquecer a economia local. Dessa forma, é necessário pensar com criatividade para alcançar um desenvolvimento organizado no próprio território.

Para atingir um desenvolvimento sustentável, é importante que autoridades governamentais, empresas e agentes locais participem. Confira, neste artigo, a importância de apoiar a economia local, qual é a relação dela com o comércio e como ela pode ser aproveitada para estimular a liberdade financeira!

O que significa economia local?

Vamos analisar, em primeiro lugar, o significado de economia local. A economia local se propõe a criar uma comunidade de negócios forte a fim de que todos os membros dela possam se desenvolver igualmente.

Entenda-se por “comunidade” a população que vive em um determinado local, cujos membros estão ligados por interesses comuns.

Outro nome para economia local é “economia solidária”. Mas não se deve confundir com “economia compartilhada”. Esta última pode ser aproveitada para impulsionar a economia local, da mesma forma que já está mudando o cenário da economia global.

Uma grande característica da economia localizada é que o dinheiro fica circulando entre os membros da comunidade. Assim, é possível promover o bem-estar de todos, o desenvolvimento das finanças pessoais, o desenvolvimento socioeconômico da comunidade e o consequente aumento de sua competitividade frente a outras populações.

A economia local pode se referir a um bairro, a uma cidade, a uma vila, a uma comunidade rural. Enfim, ela diz respeito a um agrupamento humano mais específico, que ocupa um determinado território.

Qual é a relação entre o comércio e a economia local?

A economia está fundamentada em três setores principais:

  • primário: agricultura, pecuária, extrativismo (vegetal, mineral);

  • secundário: indústria (produção de bens);

  • terciário: comércio e prestação de serviços.

Percebe-se, portanto, que o comércio é fundamental para movimentar a economia. Quando falamos em economia local, o comércio é um importante setor, já que nem todas as comunidades podem contar com indústrias relevantes para impulsionar os aspectos econômicos.

Dependendo do tamanho da comunidade, a prioridade econômica é da agricultura e do comércio, cabendo ao último a responsabilidade de, efetivamente, desenvolver a economia da região.

O comércio desenvolvido é um dos grandes indicativos de que a comunidade está em expansão. Na maioria das vezes, comércio aquecido é sinônimo de economia em expansão. Quando falamos em comércio, estamos falando, principalmente, de empresas de varejo, voltadas para o consumidor final.

É o varejo que alcança o “grosso” da população. Por isso, vale a pena investir em lojas dessa categoria para fomentar a economia local. O conceito de atacarejo também é importante nesse contexto.

De acordo com o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Jaguapitã (ACEJ), Cristiano Ferraz Fernandes, em entrevista para o jornal de Rolândia, “o dinheiro que circula dentro do comércio gira de uma forma muito grande. Por isso, precisamos conscientizar a população quanto a mostrar os benefícios que podem ser retornados aos próprios consumidores que apoiam essa iniciativa”.

Como a economia local é afetada pela Covid-19?

Nos tempos de pandemia, é necessário destacar a importância de um consumo equilibrado e consciente, dando valor às pequenas empresas e aos pequenos empreendedores durante a crise.

Diante da necessidade de distanciamento e até de isolamento social, os consumidores são motivados a fomentar o comércio de sua região. Isso é uma consequência natural, já que o deslocamento para locais próximos é muito mais seguro que para lugares mais distantes.

Dessa maneira, os pequenos negócios podem aumentar suas vendas, contornando a crise atual. Sobre pequenas empresas, as crises econômicas tendem a causar um maior impacto — mas a busca pelo desenvolvimento econômico localizado ajuda os pequenos negócios a reagirem com sucesso no cenário adverso.

Por que a economia local é importante?

Vejamos, então, por que a economia local é tão importante.

Dinheiro circulando localmente

A economia local contribui para que o dinheiro se mantenha dentro da própria região (comunidade, bairro, cidade, distrito).

Os empreendedores fomentam uma forma de consumo consciente, que prioriza os produtos e serviços locais em detrimento de produtos e serviços de fora.

Mais empregos

A comunidade se transforma em um lugar com melhores oportunidades de emprego quando há dinheiro circulando localmente — o dinheiro é gerado e se mantém dentro da comunidade.

Na medida em que as empresas se desenvolvem e se expandem, torna-se necessário aumentar as equipes de profissionais para dar conta das novas demandas.

Mais qualidade

As mercadorias locais tendem a oferecer uma ótima qualidade porque não é preciso recorrer a viagens longas e processamentos complexos para chegar até o consumidor final.

Podemos citar, entre esses itens, alimentos e produtos do setor de tecnologia. As possibilidades de um produto com defeito são bem menores.

Além disso, se for necessário realizar uma troca, a burocracia também diminui quando os itens circulam a nível local. Fica mais fácil para o comprador efetuar alguma troca. Isso vale tanto para as mercadorias quanto para os serviços.

Outros aspectos positivos

Além das vantagens que citamos, há outras que confirmam a importância da economia local. Veja:

  • estabilidade econômica: quanto mais pessoas compram serviços e produtos da comunidade, maior é a estabilidade econômica;

  • investimento de outras empresas: a economia localizada também pode estimular o interesse de empresas maiores, de fora, que sentirão vontade de investir nos empreendimentos locais;

  • frete e delivery mais acessíveis: como os produtos e serviços circulam localmente, os valores de frete e tele-entrega são bem mais baixos;

  • perspectivas de um melhor futuro para a região: quando as pessoas consomem somente produtos e serviços das micro e pequenas empresas locais, elas ajudam a melhorar o futuro da comunidade;

  • sustentabilidade: também há uma relação entre economia local e sustentabilidade, pois ela diminui o tráfego de veículos (carros, motos, ônibus) e a consequente redução da emissão de gases nocivos para o meio ambiente;

  • motivação das micro e pequenas empresas: esses empreendimentos se sentem estimulados a diversificar sua oferta de produtos/serviços e a investir na qualificação da mão de obra;

  • otimização da logística e da competitividade: os custos logísticos do comércio local são reduzidos, melhorando a competitividade dos empreendimentos e de suas mercadorias;

  • valorização do imóvel: com uma economia local aquecida, os imóveis da região tendem a se valorizar (geralmente, a diversificação do comércio com escolas, shoppings, padarias, farmácias, salões de cabeleireiro costumam elevar o preço do metro quadrado no local);

  • aumento na arrecadação de tributos: quanto mais dinheiro circula localmente, mais a região é favorecida com tributos, que podem ser revertidos em melhorias para o bem da comunidade.

Como desenvolver a economia local?

Diante da importância da economia local, devemos compreender formas de desenvolvê-la. Confira algumas das mais importantes!

Elaborar políticas de incentivo

Um dos primeiros passos é desenvolver políticas que estimulem a economia local. Essa é uma medida que deve partir, principalmente, das autoridades governamentais.

Elas podem oferecer isenções de tributos, por exemplo, para os pequenos empreendedores. As instituições financeiras podem oferecer financiamentos específicos para determinados negócios — especialmente aqueles que representem inovação e sejam valiosos para fomentar o comércio da região.

Os empreendedores, junto às autoridades, podem conscientizar a população sobre a importância de comprar produtos e serviços da própria comunidade. Os agricultores podem vender seus produtos apenas para comerciantes e consumidores locais. Os produtores podem fabricar seus bens apenas para a comunidade.

Para não se estabelecer uma espécie de “ditadura econômica”, podem ser definidos percentuais referentes à quantidade de itens que devem ser comercializados exclusivamente em âmbito interno (cerca de 70% da produção agrícola, por exemplo; 50% da produção industrial e assim por diante).

Levantar as necessidades e oportunidades do território

Para fomentar a economia local, é necessário fazer um levantamento das necessidades e das oportunidades regionais. O que a comunidade precisa para se desenvolver? De mais escolas, restaurantes, livrarias, confecções, oficinas mecânicas, fábricas?

A região oferece oportunidades em que sentido? Ela está bem localizada, estrategicamente situada para receber um shopping center? Há potencial para uma boate ou um grande hotel? Existem belezas naturais que favorecem o turismo?

Responder a essas e outras questões vai ajudar a traçar um roteiro para ações em curto, médio e longo prazo.

Traçar planejamentos estratégicos colaborativamente

A análise das necessidades e oportunidades vai ajudar a desenvolver um planejamento estratégico, do qual todos devem participar.

Como é para o interesse local, é fundamental que todos os membros colaborem. O senso de cooperação é indispensável para que tudo funcione — por isso, a economia local também é chamada de “economia solidária”.

Outro conceito importante é o de “economia colaborativa”. A economia colaborativa (ou compartilhada) é uma forma de motivar os ganhos mútuos e compartilhados entre todos. Essa forma de economia é muito apropriada para impulsionar o comércio local.

Analisar recursos disponíveis no território

Também é importante analisar os recursos disponíveis na região para desenvolver a economia do local conforme sua potencialidade e suas limitações. A avaliação desses recursos vai ajudar a definir como a economia pode se expandir regionalmente.

Se existem praias e belezas naturais, por exemplo, a criação de hotéis e restaurantes é uma boa estratégia para prestar um bom atendimento aos turistas.

Implementar tecnologias do setor financeiro

Não é possível o desenvolvimento econômico sem a adesão às tendências que existem nesse setor. Não importa qual é a dimensão da comunidade, é preciso que ela incorpore, dentro do possível, as novidades.

Algumas transformações são digitais e, automaticamente, são incorporadas a qualquer cenário, como o internet banking. Outras precisam de iniciativas das empresas e do governo. É interessante, por exemplo, que toda comunidade disponha de caixas eletrônicos dentro e fora das agências bancárias.

Os caixas eletrônicos inovaram o relacionamento das pessoas com as instituições financeiras, facilitando o acesso da população a diferentes serviços, como consultas a saldos e saques.

As lojas de varejo podem instalar caixas eletrônicos para motivar a circulação de dinheiro em suas dependências. Além disso, essa é uma forma de prestar um melhor atendimento ao público consumidor. Consequentemente, a economia local é estimulada.

Considere que no supermercado de um determinado bairro exista um caixa eletrônico. Os consumidores, em vez de se deslocarem para outro bairro, podem fazer saques dentro da própria comunidade e aproveitam para fazer compras nesse supermercado ou em outros estabelecimentos locais.

Se o consumidor precisasse ir a outro bairro, seria mais trabalhoso. Além disso, ele poderia aproveitar para comprar em pontos de venda fora da comunidade.

O que fazer para incentivar a economia local?

Vejamos algumas dicas para incentivar a economia local em sua empresa:

  • participação em ações locais (como campanhas de ajuda social, eventos regionais), contribuindo para causas da comunidade;

  • oferta de oficinas, associadas ou não à atividade principal do negócio, que ajudem a capacitar as pessoas da comunidade (isso é possível por meio da promoção de cursos destinados à cozinha, reciclagem, treinamento de mão de obra, ações de voluntariado para atender a comunidade carente);

  • promoção de palestras para os empreendedores da região, convidando profissionais qualificados do local para compartilhar o conhecimento com os demais (essas reuniões sempre oferecem oportunidades de boas parcerias e de bons negócios);

  • realização de parcerias com outras empresas da região, motivando a já citada economia colaborativa (é importante convidar outros empreendedores para participar de atividades conjuntas);

  • oferecer dicas que favoreçam também o desenvolvimento financeiro familiar — afinal, de dentro de casa é que começa a gestão do dinheiro, seu bom uso e a colaboração entre os membros de um grupo.

A cooperação entre os empreendimentos facilita o acesso a novas tecnologias. Um grupo de varejistas pode, por exemplo, se juntar para instalar alguns caixas eletrônicos em pontos comerciais.

Como fazer uma pequena empresa local se desenvolver?

Nessa parte, vamos dar algumas dicas para que um pequeno empreendedor consiga desenvolver seu negócio localmente. Assim, ele conseguirá motivar os consumidores a comprarem em seu ponto, ativando a economia local. Entenda!

Defina o modelo de negócio ideal

Não adianta ter uma boa ideia. É fundamental que ela funcione a nível local. Caso contrário, seu negócio não vai dar certo. Uma dica é fazer um estudo da viabilidade da ideia, que considere as especificidades da área.

Para quem está começando ou precisa fazer uma reforma de seu projeto original, definir ou alterar o modelo pode ser útil.

Uma ferramenta valiosa é Business Model Canvas. Trata-se de um software que contribui no planejamento estratégico. Está separado em nove blocos e considera aspectos como:

  • o que a empresa disponibiliza ao mercado;

  • qual é o seu público-alvo;

  • os recursos disponíveis;

  • as parcerias;

  • as fontes de receita.

Considerar a viabilidade da ideia é mais importante, a princípio, que ficar fazendo cálculos e planejando a estrutura e as máquinas.

Após o início do empreendimento, fica mais complicado contornar os transtornos decorrentes dos maiores custos logísticos, que são decorrentes, por exemplo, de uma maior distância da capital.

Detalhe os planos de negócio

Após considerar a viabilidade do empreendimento, é hora de colocar as coisas no papel, ou seja, de definir um plano de negócios. Esse plano funcionará como um roteiro para ser seguido.

O empreendedor deve pensar nos detalhes:

  • ramo de trabalho;

  • clientes

  • fornecedores;

  • concorrentes;

  • marketing;

  • avaliação financeira;

  • pontos fracos;

  • pontos fortes.

O Sebrae oferece um documento que ensina como montar um planejamento eficiente. Vale a pena conferir para se orientar.

Conheça seu cliente de forma efetiva

O empreendedor deve conhecer quem é o seu público-alvo e compreender seus hábitos de consumo. É preciso descobrir o que o cliente deseja, as suas necessidades, o que ele procura quando vai à loja.

Torne-se mais competitivo

Muitas vezes, a empresa conhece bem o que o cliente precisa e deseja. Porém, ainda assim, a maior parte do público se desloca para outras regiões ou faz compras pela internet. É fundamental identificar qual é a causa desse insucesso. O preço alto pode ser uma delas. Mas, talvez, não seja a única, nem mesmo seja a mais importante.

O negócio não vai crescer se não conseguir atrair o público. Uma dica é oferecer itens que não sejam encontrados nas lojas virtuais nem nas cidades grandes — ou com preços mais acessíveis, com vantagens para o consumidor.

Um bom atendimento também é um diferencial. Por exemplo, um atendimento mais personalizado e familiar. Afinal de contas, como é uma empresa local, vale a pena interagir bem com os habitantes da região — quanto mais conhecido o negócio for, será melhor para o sucesso dele. Enfim, a construção de um relacionamento próximo com o consumidor faz toda a diferença em um comércio local.

Convém ainda investir em promoções, descontos, atividades interativas, eventos. Em muitas situações, o preço um pouco mais alto não chega a ser um empecilho para as vendas, desde que os produtos e os serviços, bem como o atendimento, sejam de boa qualidade.

Uma experiência mais humanizada que a da internet e mais próxima (já que não é preciso se deslocar para os grandes centros) tende a cativar o consumidor.

Divulgue os produtos e serviços

Outro aspecto relevante a considerar é a divulgação. Não podemos deixar de lado as ferramentas de divulgação online, como as redes sociais, que funcionam como um canal direto com o público. Hoje, é mais fácil passar uma mensagem pelo WhatsApp que dar um telefonema.

Mas é preciso saber usar o WhatsApp, evitando que ele se transforme em um canal confuso, que mistura bate-papo com negócios. O ideal é utilizar o WhatsApp Business. Também vale recorrer aos mecanismos convencionais de divulgação, como carro de som, rádio, panfletagem.

Gerencie o fluxo de caixa

Controlar as finanças é fundamental para qualquer empresa — em especial, aquela que está começando e precisa de um controle mais apurado, já que pequenos prejuízos podem atrapalhar o desenvolvimento da empresa e até obrigá-la a encerrar suas atividades.

O gestor deve registrar todas as despesas e todas as receitas, utilizando uma planilha ou um software. A partir desse controle, é possível detectar problemas com as cobranças, custos altos demais com determinado fornecedor, identificação de um empréstimo muito alto e desnecessário e assim por diante.

Profissionalize a gestão

Não importa o lugar em que a empresa está localizada nem o seu tamanho — a gestão deve ser profissional.

Nesse sentido, a empresa precisa de um contador e, talvez, de um administrador. A contabilidade gerencial é uma ferramenta valiosa para as empresas modernas, acompanhando todos os processos financeiros do negócio e promovendo um compliance seguro.

Aposte na tecnologia

Automatize os processos, use um software de gestão, instale um caixa eletrônico 24 horas, diversifique as formas de pagamento (dinheiro, cartão de crédito/débito, boleto, PIX, pagamento por aproximação).

A tecnologia sempre será uma boa aliada para o empreendedor. Ela ajuda a melhorar o relacionamento da empresa com o cliente e otimiza os processos internos.

Faça parcerias

Lembra que estamos falando de economia local e economia solidária? Claro que sempre existirão concorrentes, mas não é aconselhável fomentar uma rivalidade extrema entre as empresas. É importante criar vínculos para que a economia da região possa se desenvolver e todos saírem ganhando.

Assim, uma empresa deve ser parceira de outras, de forma que estimulem os consumidores a adquirir produtos em seus estabelecimentos, nos limites da região. Uma dica é dar descontos em uma loja para o cliente que fizer compras em outra. Outra sugestão é um estabelecimento recomendar outro estabelecimento ao cliente.

Por exemplo, uma loja vende roupas em geral, mas não tem determinado modelo de peça infantil. Os vendedores podem ser orientados a explicar ao cliente que, na loja X, é possível encontrar o que ele procura porque ela é especializada em moda infantil.

Essa rede de parceria vai educar o cliente a um consumo mais localizado, e todos os empreendedores conseguirão lucrar. Não será necessário estabelecer uma competitividade acirrada, que vai fragmentar a economia local e até favorecer a migração de alguns empreendedores para outras regiões.

Fomentar a economia local por meio de práticas saudáveis e de forma contínua promove o crescimento sustentável de uma comunidade, tornando-a mais independente em relação a outras e menos onerosa em relação a um grupo maior ao qual pertence, como um país. Considere que um município capaz de gerar e manter sua própria renda precisará de menos recursos de fora (do estado ou do país).

A gestão do dinheiro, em qualquer âmbito (familiar, empresarial, social), é fundamental para o crescimento de qualquer sociedade. E acompanhando as transformações no âmbito da economia local, poderemos estimular a economia com mais eficiência, alcançando resultados mais imediatos.

O setor financeiro foi impactado por uma inovação que confere mais liberdade ao consumidor, que dá a ele um maior poder de escolha e de decisão. Saiba mais sobre essa revolução que vem democratizando ainda mais o mercado financeiro: veja o que é o open banking e como ele funciona!

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